https://doi.org/10.59654/r7v8qs32
Gestão educativa consciente como via para o
desenvolvimento humano na ressignificação da
teoria e práxis gerencial em ambientes BANI
Gestión educativa consciente como vía para el desarrollo
humano en la resignificación de la teoría y praxis
gerencial en entornos BANI
Resumo
O estudo investigou a ressignificação da teoria e práxis gerencial em ambientes BANI mediante a Administração Edu-
cativa Transpessoal Consciente (AETC). Adotou-se um enfoque qualitativo, paradigma interpretativo e desenho etno-
gráfico com sistematização etnográfica, incluindo um participante por nível hierárquico: alta gestão, gestão líder e
gestão técnica. A recolha de dados integrou observação participante, entrevistas, diários de campo e oficinas de sis-
tematização, processados mediante codificação e categorização temática. Os resultados mostraram que a gestão edu-
cativa consciente fortaleceu a liderança ética, o desenvolvimento humano integral, a resiliência e a colaboração,
promovendo a integração de competências transpessoais, neurointeligência e atenção plena. Evidenciou-se que a
práxis gerencial se transformou em direção a uma liderança transpessoal, adaptativa e ética, capaz de enfrentar a fra-
gilidade, ansiedade, não linearidade e incompreensibilidade próprias dos ambientes BANI. Em conclusão, a Fundau-
namor funcionou como laboratório prático de transformação organizacional, validando um modelo educativo e
gerencial integral, consciente e humanista.
Palavras-chave: Teoria, Administração, Gestão, Liderazgo, Integração.
Resumen
El estudio investigó la resignificación de la teoría y praxis gerencial en entornos BANI mediante la Administración Edu-
cativa Transpersonal Consciente (AETC). Se adoptó un enfoque cualitativo, paradigma interpretativo y diseño etnográfico
con sistematización etnográfica, incluyendo un participante por nivel jerárquico: alta gerencia, gerencia líder y gerencia
técnica. La recolección de datos integró observación participante, entrevistas, diarios de campo y talleres de sistema-
tización, procesados mediante codificación y categorización temática. Los resultados mostraron que la gestión educativa
consciente fortaleció liderazgo ético, desarrollo humano integral, resiliencia y colaboración, promoviendo la integración
de competencias transpersonales, neurointeligencia y atención plena. Se evidenció que la praxis gerencial se transformó
hacia un liderazgo transpersonal, adaptativo y ético, capaz de enfrentar fragilidad, ansiedad, no linealidad e incom-
prensibilidad propias de los entornos BANI. En conclusión, Fundaunamor funcionó como laboratorio práctico de trans-
formación organizacional, validando un modelo educativo y gerencial integral, consciente y humanista.
Palabras clave: Teoría, Administración, Gestión, Liderazgo, Integración.
Como citar este artigo (APA): Romero, L. B. L. (2026). Gestão educativa consciente como via para o desen-
volvimento humano na ressignificação da teoria e práxis gerencial em ambientes BANI. Revista Digital de In-
vestigación y Postgrado, 7(13), 71-83. https://doi.org/10.59654/r7v8qs32
Beisy Lisbeth Romero Luzardo*
Fundação Internacional Universidade do Amor, Maracaibo, Zulia/Venezuela
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Introdução
No contexto organizacional contemporâneo, os ambientes caracterizam-se por fragilidade, ansiedade,
não linearidade e incompreensibilidade, configurando o paradigma BANI (Cascio, 2018). Esta realidade
exige que os sistemas educativos e organizacionais desenvolvam resiliência, adaptabilidade e cons-
ciência na ação gerencial. Os modelos tradicionais resultam insuficientes, pelo que a ressignificação
da teoria e práxis gerencial adquire relevância, orientando-se para valores humanos e sustentáveis,
como propõe a Administração Transpessoal (Romero y Piña, 2024).
Diante disto, a investigação desenvolveu-se sob um enfoque qualitativo e paradigma interpretativo,
adotando um desenho etnográfico com sistematização etnográfica (Hernández et al., 2014; Denzin
& Lincoln, 2017; Pereira, 2016). Participou um representante por nível hierárquico: alta gestão (coor-
denador de diploma), gestão líder (docente) e gestão técnica (auxiliar docente). A recolha de dados
integrou observação participante, entrevistas, diários de campo e oficinas de sistematização, proces-
sados mediante codificação e categorização temática, com triangulação etnográfica para garantir a
validade interpretativa (Spradley, 2016; Kvale, 2009; Miles et al., 2014; Creswell & Poth, 2018; Flick,
2015).
Certamente, os resultados evidenciam que a gestão educativa consciente fortalece a liderança ética,
o desenvolvimento humano integral, a resiliência e a colaboração em todos os níveis hierárquicos. O
coordenador de diploma integra objetivos institucionais com valores éticos, priorizando bem-estar e
adaptabilidade curricular; a docente aplica pedagogia humanizada e decisões reflexivas; e o auxiliar
docente implementa atenção plena, autogestão e práticas transpessoais em processos técnicos. Estas
ações refletem a ressignificação da práxis gerencial em direção a uma liderança consciente, ética e
adaptativa face à fragilidade, ansiedade e não linearidade do ambiente BANI (Cascio, 2020; Cobo,
2023; Hernández et al., 2014).
Assim também, a Administração Educativa Transpessoal Consciente (AETC) integra propósito, auto-
gestão, conexão interior, neurointeligência transpessoal e liderança empática. A aplicação do Método
Stella da Liberdade Organizacional, das comunidades de prática, das ferramentas metodológicas e
da neurociência educativa permite que os líderes geram de maneira consciente, transformando a in-
certeza em aprendizagem colaborativa, inovação e resiliência institucional (Wilber, 1990; Romero,
2022; Romero y Piña, 2024; Goleman, 2020; Senge, 2006).
Deste modo, a ressignificação da teoria e práxis gerencial em ambientes BANI promove um modelo
educativo e organizacional integral, humanista e adaptável. A Fundaunamor funciona como labora-
tório prático desta transformação, evidenciando que a integração de valores humanos, consciência
ética, atenção plena e competências transpessoais potencia a formação de líderes capazes de en-
frentar a complexidade contemporânea, consolidando organizações conscientes, resilientes e orien-
tadas ao propósito coletivo (Romero y Piña, 2024; Cascio, 2020).
Do mesmo modo, a epistemologia que sustenta os fundamentos teóricos orienta-se para a Gestão
Educativa Consciente em ambientes BANI caracterizados por fragilidade, ansiedade, não linearidade e
incompreensibilidade (Fundaunamor, 2019). Este enfoque impulsiona a ressignificação da teoria e práxis
gerencial mediante competências transpessoais e uma liderança ética. Neste quadro, Cascio (2018) des-
taca a adaptabilidade organizacional, e Immordino & Damasio (2007) evidenciam o papel da consciência
reflexiva e das emoções na tomada de decisões e na resiliência, aplicando-se nos níveis hierárquicos de
Alta Gestão (Coordenador de diploma), Gestão Líder (Docente) e Gestão Técnica (Auxiliar Docente).
Beisy Lisbeth Romero Luzardo
Instituto de Estudios Superiores de Investigación y Postgrado
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Gestão educativa consciente como via para o desenvolvimento humano na ressignifi-
cação da teoria e práxis gerencial em ambientes BANI
Ainda melhor, a Gestão Educativa Consciente enfatiza a liderança reflexiva, a tomada de decisões
ética e a atenção plena aos processos educativos, promovendo ambientes resilientes e sustentáveis
(Senge, 2006; Zohar y Marshall, 2000). Este enfoque potencia a inovação pedagógica, a melhoria
contínua e o desenvolvimento integral de estudantes e docentes, contribuindo para a ressignificação
da práxis gerencial em contextos complexos (Spreitzer, & Cameron 2012; Drago-Severson, 2012).
Tudo isto, o Desenvolvimento Humano Organizacional fortalece capacidades individuais e coletivas,
promovendo um ambiente de trabalho saudável, colaborativo e orientado para a aprendizagem con-
tínua. Estratégias como comunicação assertiva, trabalho em equipa e capacitação contínua impul-
sionam o desenvolvimento profissional e a melhoria dos processos educativos (García Bucheli et al.,
2023; Rondón y Ammar, 2016).
Ainda que, nos Ambientes BANI na Gestão Educativa, caracterizados por fragilidade, ansiedade, não
linearidade e incompreensibilidade, as instituições educativas requeiram fortalecer a sua resiliência e
capacidade de aprendizagem adaptativa para gerir a mudança com consciência estratégica (Cascio,
2020; Tshetshe, 2025). Neste contexto, a liderança transformacional promove a inovação e o com-
promisso institucional, facilitando a integração de tecnologias educativas personalizadas que otimizam
a eficácia pedagógica e a satisfação da comunidade (Pennel, 2023; Román et al., 2025).
Enquanto que, a Administração Educativa Transpessoal Consciente (AETC) integra consciência trans-
pessoal, aprendizagem organizacional e gestão do conhecimento, promovendo o desenvolvimento
integral e otimizando processos educativos. Este enfoque ressignifica a práxis gerencial, fortalece a
resiliência institucional e facilita a autogestão e a aprendizagem significativa (Rodríguez y Gairín, 2015;
Scharmer, 2009; Romero, 2024).
Por isso, a Neurointeligência Transpessoal articula processos neurocognitivos e consciência transpes-
soal, fomentando resiliência, tomada de decisões consciente e desenvolvimento humano (Llinás, 2003;
Doria, 2021). A sua aplicação na gestão educativa otimiza o planeamento estratégico, a coordenação
de equipas e o desenvolvimento integral dos membros da instituição.
No entanto, o Comportamento Organizacional estuda ações, atitudes e relações na instituição, con-
siderando fatores individuais, grupais e organizacionais (Robbins & Judge, 2018; Lussier & Achua,
2022). Esta compreensão permite conceber estratégias que fomentem a cooperação, inovação e re-
siliência, fortalecendo a coesão e o bem-estar na comunidade educativa (Bolman & Deal, 2017).
Deste modo, a Aprendizagem Organizacional permite adquirir, partilhar e aplicar conhecimentos para
melhorar processos educativos e administrativos (Argote & Miron 2011; Crossan et al., 1999). Fomenta
colaboração, reflexão crítica e criação coletiva de conhecimento, consolidando resiliência institucional
e desenvolvimento profissional de docentes e dirigentes (Edmondson, 2012).
Igualmente, a Caixa de Ferramentas para a Gestão Educativa integra estratégias e recursos para im-
plementar práticas de gestão e promover desenvolvimento integral, incluindo planeamento estraté-
gico, liderança reflexiva, resolução de conflitos e competências transversais e transpessoais (Bolívar,
2016; Marquardt, 2011). A sua aplicação fortalece a resiliência, a autogestão e a ressignificação da
práxis gerencial (Senge, 2006; Heifetz et al., 2009).
Por outro lado, o Método Stella da Liberdade Organizacional articula-se em seis fases: Silêncio Interior,
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Beisy Lisbeth Romero Luzardo
Instituto de Estudios Superiores de Investigación y Postgrado
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Transcendência, Elevação Vibracional, Liberação, Luz da Alma e Ação Consciente, fomentando a au-
toobservação, a regulação emocional e a coerência ética (Echeverría, 1994; Freire, 2004). A sua im-
plementação fortalece ambientes educativos resilientes, colaborativos e centrados no
desenvolvimento integral dos atores institucionais.
Metodologia
Convém sublinhar, a investigação desenvolveu-se sob um enfoque qualitativo e paradigma interpre-
tativo, orientado para compreender os significados dos atores organizacionais sobre a gestão edu-
cativa consciente (Hernández et al., 2014; Denzin & Lincoln, 2017). Adotou-se um desenho etnográfico
com sistematização etnográfica (Pereira, 2016), participando um representante por nível hierárquico:
Alta gestão (Coordenador de Diploma), Gestão líder (Docente) e Gestão técnica (Auxiliar Docente).
Os dados obtiveram-se mediante observação participante, entrevistas em profundidade, diários de
campo e oficinas de sistematização, processados por codificação e categorização temática (Spradley,
2016; Kvale, 2009; Miles et al., 2014; Creswell & Poth, 2018). Finalmente, a triangulação etnográfica
entre os três níveis hierárquicos consolidou a validade interpretativa e permitiu a emergência de uma
teoria substantiva que ressignificou a práxis gerencial a partir das experiências dos participantes (Den-
zin, 2009; Flick, 2015).
Resultados
Análise dos achados ficha etnográfica 1. Alta Gestão
Categoria: Gestão educacional consciente. O coordenador do curso de pós-graduação revelou
que alinhava os objetivos institucionais com os valores éticos e o desenvolvimento integral do estu-
dante (Ficha Etnográfica 1, Fundaunamor, 2025, p. 1). Esta prática respondia à fragilidade e ansiedade
próprias do ambiente BANI, onde a incerteza exigia adaptabilidade curricular e atenção emocional.
Neste sentido, a ressignificação da teoria e práxis gerencial evidenciou-se desde uma função téc-
nico-administrativa para uma ação ética e humanista, coerente com os postulados de Cascio (2020),
Hernández et al. (2014) e Denzin e Lincoln (2017), que afirmam que a compreensão interpretativa das
experiências permite transformar os modos de gestão educacional.
Categoria: Desenvolvimento humano organizacional. O coordenador do curso de pós-gra-
duação implementou programas de bolsas, mindfulness e rotação de funções, priorizando o bem-
estar e a aprendizagem integral (Ficha Etnográfica 1, Fundaunamor, 2025, p. 1). Esta ação permitiu a
ressignificação da teoria e práxis gerencial para uma liderança consciente, empática e resiliente, capaz
de enfrentar a ansiedade e a não linearidade do ambiente BANI, integrando a dimensão humana
como eixo de eficácia institucional (Cascio, 2020; Chiavenato, 2017; Robbins e Judge, 2017).
Categoria: Ambientes BANI na gestão educacional. O coordenador do curso de pós-graduação
observou que a pressão tecnológica e a complexidade do ambiente geravam ansiedade e situações
não lineares, exigindo do coordenador respostas colaborativas e estratégicas (Ficha Etnográfica 1,
Fundaunamor, 2025, p. 1). Neste contexto, a ressignificação da teoria e práxis gerencial deu origem
a uma liderança resiliente e inclusiva, capaz de gerir a fragilidade e a incerteza próprias do ambiente
BANI (Cascio, 2020; Cobo, 2023).
Categoria: Administração educacional transpessoal consciente (AETC). O coordenador do
curso de pós-graduação indicou que o dirigente priorizava a conexão interior através de meditação
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Gestão educativa consciente como via para o desenvolvimento humano na ressignificação da teoria e
práxis gerencial em ambientes BANI
e clareza de propósito (Ficha Etnográfica 1, Fundaunamor, 2025, p. 2). Esta prática permitiu a ressig-
nificação da teoria e práxis gerencial, promovendo uma liderança compassiva e facilitadora, capaz
de enfrentar a ansiedade e a não linearidade próprias do ambiente BANI, mantendo estabilidade e
coerência institucional (Cascio, 2020; Wilber, 1990; Romero e Piña, 2024).
Categoria: Neurointeligência transpessoal. O coordenador do curso de pós-graduação indicou
que o dirigente praticava respiração consciente e metacognição antes de avaliar ou tomar decisões
(Ficha Etnográfica 1, Fundaunamor, 2025, p. 3). Esta prática permitiu a ressignificação da teoria e práxis
gerencial, promovendo uma liderança capaz de gerir a fragilidade e a ansiedade, assim como a não
linearidade do ambiente BANI, mantendo serenidade e foco ético (Cascio, 2020; Goleman, 2020; Sie-
gel, 2020).
Categoria: Comportamento organizacional. O coordenador do curso de pós-graduação indicou
que as relações entre os membros eram horizontais e baseadas em confiança mútua, com comuni-
cação frequente e direta (Ficha Etnográfica 1, Fundaunamor, 2025, p. 3). Esta abordagem permitiu a
ressignificação da teoria e práxis gerencial, promovendo uma liderança distribuída capaz de enfrentar
a incerteza e a ansiedade próprias do ambiente BANI, fortalecendo a coesão e a eficácia institucional
(Cascio, 2020; Robbins e Judge, 2018; Mintzberg, 2017).
Categoria: Aprendizagem organizacional. O coordenador do curso de pós-graduação indicou
que se fomentavam comunidades de prática entre instrutores, documentando experiências e lições
aprendidas (Ficha Etnográfica 1, Fundaunamor, 2025, p. 4). Esta prática permitiu a ressignificação da
teoria e práxis gerencial, promovendo uma liderança capaz de enfrentar a ansiedade e a não linea-
ridade do ambiente BANI, sustentando a inovação e resiliência institucional através da aprendizagem
coletiva (Cascio, 2020; Nonaka e Takeuchi, 2019; Senge, 2006).
Categoria: Caixa de Ferramentas para a gestão educacional. O coordenador do curso de pós-
graduação evidenciou a aplicação de metodologias ativas como Design Thinking e a matriz ética, in-
tegradas em plataformas tecnológicas (Ficha Etnográfica 1, Fundaunamor, 2025, p. 4). Esta prática
permitiu a ressignificação da teoria e práxis gerencial, promovendo uma liderança capaz de enfrentar
a fragilidade e a não linearidade do ambiente BANI, fortalecendo a adaptabilidade institucional e o
pensamento estratégico (Cascio, 2020; Drucker, 2014; Romero, 2022).
Categoria: Método Stella da liberdade organizacional. O coordenador do curso de pós-gra-
duação implementou as fases de Silêncio Interior e Libertação, aplicando práticas de reflexão e de
"deixar ir" o controlo sobre os instrutores. Estas ações promoveram resiliência, autogestão e coerência
ética, complementadas pela integração progressiva de Transcendência, Elevação Vibracional, Luz da
Alma e Ação Consciente (Ficha Etnográfica 1, Fundaunamor, 2025, p. 5). Isto permitiu a ressignificação
da teoria e práxis gerencial, desenvolvendo uma liderança capaz de enfrentar a fragilidade, a ansie-
dade e a não linearidade próprias do ambiente BANI, fortalecendo a liberdade interior, a tomada de
decisões conscientes e a coerência ética institucional (Cascio, 2020; Pereira, 2016; Wilber, 1990).
Análise dos achados da ficha etnográfica 2. Gerência líder (Docente, Fundaunamor)
Categoria: Gestão educacional consciente. O docente orientou a sua liderança através de uma
prática pedagógica humanizada, incorporando atenção plena e ética nas suas decisões (Ficha Etno-
gráfica 2, Fundaunamor, 2025, p. 1). Esta orientação permitiu a ressignificação da teoria e práxis ge-
rencial, promovendo uma liderança capaz de enfrentar a fragilidade e a ansiedade do ambiente BANI,
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fortalecendo a reflexão pedagógica consciente e a sensibilidade perante a mudança institucional
(Cascio, 2020; Hernández et al., 2014; Denzin & Lincoln, 2017; Spradley, 2016).
Categoria: Desenvolvimento humano organizacional. O docente fortaleceu o seu autoconhe-
cimento através de processos formativos e diálogos colaborativos, promovendo o bem-estar e a em-
patia como eixos da ação gerencial (Ficha Etnográfica 2, Fundaunamor, 2025, p. 1). Esta prática
permitiu a ressignificação da teoria e práxis gerencial, transformando a sua liderança num modelo
consciente e adaptativo, capaz de gerir a ansiedade e a não linearidade próprias do ambiente BANI,
consolidando resiliência e coerência institucional (Cascio, 2020; Chiavenato, 2017; Robbins & Judge,
2018; Miles et al., 2014).
Categoria: Ambientes BANI na gestão educacional. O docente enfrentou a fragilidade do am-
biente através de flexibilidade, resiliência e colaboração, atributos essenciais na gestão educacional
consciente (Ficha Etnográfica 2, Fundaunamor, 2025, p. 2). A fragilidade e a ansiedade promoveram
autorregulação emocional e inovação educacional consciente. A práxis gerencial transformou-se
numa liderança reflexiva, cooperativa e adaptativa, capaz de responder à complexidade e volatilidade
do ambiente BANI (Cobo, 2023; Cascio, 2020; Hernández et al., 2014).
Categoria: Administração educacional transpessoal consciente (AETC). O docente aplicou a
AETC integrando o ser, o sentir e o fazer, consolidando decisões compassivas e autogestão emocional
(Ficha Etnográfica 2, Fundaunamor, 2025, p. 2). Esta prática permitiu a ressignificação da teoria e
práxis gerencial, desenvolvendo uma liderança transpessoal e consciente capaz de gerir a ansiedade
e a incerteza próprias do ambiente BANI, fortalecendo o bem-estar coletivo (Cascio, 2020; Wilber,
1990; Torralba, 2010; Romero y Piña, 2024).
Categoria: Neurointeligência transpessoal. O docente geriu as suas emoções através de atenção
plena, mantendo serenidade e equilíbrio perante os desafios educativos (Ficha Etnográfica 2, Fun-
daunamor, 2025, p. 3). Esta prática permitiu a ressignificação da teoria e práxis gerencial, desenvol-
vendo uma liderança emocionalmente inteligente capaz de enfrentar a fragilidade, a ansiedade, a
não linearidade e a incompreensibilidade do ambiente BANI (Cascio, 2020; Goleman, 2020; Pascual-
Leone, 2001; Siegel, 2020).
Categoria: Comportamento organizacional. O docente promoveu comunicação empática e coo-
peração horizontal, fortalecendo a confiança e coesão da equipa (Ficha Etnográfica 2, Fundaunamor,
2025, p. 4). A incompreensibilidade do ambiente foi mitigada por relações horizontais e participativas.
A ressignificação da teoria e práxis gerencial reformulou-se para uma liderança partilhada, relacional
e distribuída, centrada na colaboração e na transparência (Cascio, 2020; Mintzberg, 2017; Salas, Rico,
& Passomre, 2017; Robbins & Judge, 2018).
Categoria: Aprendizagem organizacional. O docente fomentou comunidades de prática e coa-
prendizagem, garantindo a sustentabilidade do conhecimento em contextos de não linearidade no
ambiente BANI (Ficha Etnográfica 2, Fundaunamor, 2025, p. 4). A ressignificação da teoria e práxis
gerencial, através da construção colaborativa do saber e da resiliência institucional, evidenciou uma
organização que aprende de maneira contínua (Cascio, 2020; Senge, 2006; Nonaka & Takeuchi, 2019;
Argyris, 1999).
Categoria: Caixa de ferramentas para a gestão educacional. O docente utilizou metodologias
reflexivas e ferramentas de autoconhecimento para tomar decisões éticas e conscientes (Ficha Etno-
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Gestão educativa consciente como via para o desenvolvimento humano na ressignificação da teoria e
práxis gerencial em ambientes BANI
gráfica 2, Fundaunamor, 2025, p. 5). Esta prática permitiu a ressignificação da teoria e práxis gerencial,
desenvolvendo uma liderança capaz de enfrentar a fragilidade, a ansiedade, a não linearidade e a
incompreensibilidade do ambiente BANI, centrada no desenvolvimento humano e na melhoria con-
tínua (Cascio, 2020; Drucker, 2014; Porter, 2008; Romero, 2022).
Categoria: Método Stella da liberdade organizacional. O docente afirmou que a aplicação do
Método Stella favoreceu a autodescoberta e a coerência ética na liderança. A integração das fases
de Silêncio Interior, Transcendência, Elevação Vibracional, Libertação, Luz da Alma e Ação Consciente
(Ficha Etnográfica 2, Fundaunamor, 2025, p. 5). Permitiu a ressignificação da teoria e práxis gerencial,
desenvolvendo uma liderança capaz de enfrentar a fragilidade, a ansiedade, a não linearidade e a
incompreensibilidade do ambiente BANI, consolidando a liberdade organizacional e o propósito co-
letivo (Cascio, 2020; Pereira, 2016; Romero y Piña, 2024; Wilber, 1990).
Análise dos achados da ficha etnográfica 3. Gerência técnica (Auxiliar Docente, Fun-
daunamor)
Categoria: Gestão Educacional consciente. O auxiliar docente integrou atenção plena e ética nas
decisões técnicas e pedagógicas, priorizando coerência e pertinência cultural (Ficha Etnográfica 3,
Fundaunamor, 2025, p. 1). A fragilidade e a ansiedade do ambiente BANI exigiram planeamento adap-
tativo e gestão do stresse. A ressignificação da teoria e práxis gerencial, fundindo eficiência e huma-
nização com reflexão consciente e ética, fortaleceu a tomada de decisões responsáveis em ambientes
complexos (Cascio, 2020; Hernández et al., 2014; Spradley, 2016; Denzin & Lincoln, 2017).
Categoria: Desenvolvimento humano organizacional. O auxiliar docente implementou planos
de desenvolvimento individual, mentoria e coaching transpessoal, promovendo o bem-estar emo-
cional da equipa técnica (Ficha Etnográfica 3, Fundaunamor, 2025, p. 2). A ansiedade e incompreen-
sibilidade do ambiente BANI exigiram bem-estar coletivo e autogestão como estratégia adaptativa.
A ressignificação da teoria e práxis gerencial priorizou a consciência emocional, autogestão e cola-
boração como pilares da eficácia organizacional (Cascio, 2020; Chiavenato, 2017; Robbins & Judge,
2018; Miles et al., 2014).
Categoria: Ambientes BANI na gestão educacional. O auxiliar docente adaptou processos edu-
cativos e administrativos perante mudanças abruptas e exigências inesperadas (Ficha Etnográfica 3,
Fundaunamor, 2025, p. 3). A fragilidade e incompreensibilidade do ambiente BANI técnico exigiram
adaptação rápida e inovação. A ressignificação da teoria e práxis consolidou uma liderança técnica
reflexiva e resiliente, capaz de gerir a volatilidade, a ansiedade e a complexidade contextual (Cobo,
2023; Cascio, 2020; Hernández et al., 2014).
Categoria: Administração Educacional Transpessoal Consciente (AETC). O auxiliar docente
integrou propósito institucional, autogestão e decisões compassivas, conectando resultados com im-
pacto humano (Ficha Etnográfica 3, Fundaunamor, 2025, p. 4). A conexão interior funcionou como
âncora emocional perante a fragilidade, a ansiedade, a não linearidade e a incompreensibilidade do
ambiente BANI. Deste modo, a ressignificação da teoria e práxis gerencial consolidou uma liderança
transpessoal, ética e orientada para o propósito, fomentando autonomia e compromisso coletivo
(Cascio, 2020; Wilber, 1990; Torralba, 2010; Romero y Piña, 2024).
Categoria: Neurointeligência transpessoal. O auxiliar docente aplicou mindfulness e autorregu-
lação emocional para gerir conflitos e projetos (Ficha Etnográfica 3, Fundaunamor, 2025, p. 5). A fra-
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gilidade emocional do ambiente BANI técnico exigiu a integração de processos cognitivos e emocio-
nais. A ressignificação da teoria e práxis gerencial uniu neurociência, consciência ética e liderança
empática, otimizando a gestão da pressão e da incerteza (Cascio, 2020; Goleman, 2020; Pascual-
Leone, 2001; Siegel, 2020).
Categoria: Comportamento organizacional. O auxiliar docente fomentou cooperação horizontal,
comunicação transparente e clareza de papéis (Ficha Etnográfica 3, Fundaunamor, 2025, p. 6). A an-
siedade e incompreensibilidade do ambiente BANI técnico demandaram relações colaborativas. A
ressignificação da teoria e práxis gerencial, através de uma liderança partilhada, relacional e distri-
buidora de responsabilidades, consolidou a confiança e coesão da equipa (Cascio, 2020; Mintzberg,
2017; Salas et al., 2017; Robbins & Judge, 2018).
Categoria: Aprendizagem organizacional. O auxiliar docente promoveu comunidades de prática
(CoP), revisões post-mortem e transferência de conhecimento (Ficha Etnográfica 3, Fundaunamor,
2025, p. 7). A não linearidade do ambiente BANI exigiu aprendizagem contínua e partilhada. A res-
significação da teoria e práxis gerencial, institucionalizando uma aprendizagem colaborativa, reflexiva
e sustentada, fortaleceu a resiliência e adaptabilidade técnica (Cascio, 2020; Senge, 2006; Nonaka &
Takeuchi, 2019; Argyris, 1999).
Categoria: Caixa de ferramentas para a gestão educacional. O auxiliar docente aplicou matrizes
de decisão, mapas de empatia e protocolos de reflexão consciente (Ficha Etnográfica 3, Fundaunamor,
2025, p. 8). A não linearidade do contexto BANI promoveu a adoção de ferramentas reflexivas e ino-
vadoras. A ressignificação da teoria e práxis gerencial integrou ferramentas metodológicas com en-
foque transpessoal, fortalecendo a tomada de decisões éticas e estratégicas (Cascio, 2020; Drucker,
2014; Porter, 2008; Romero, 2022).
Categoria: Método Stella da liberdade organizacional. O auxiliar docente evidenciou que apli-
cou o Método Stella integrando progressivamente as suas seis fases: Silêncio Interior, Transcendência,
Elevação Vibracional, Libertação, Luz da Alma e Ação Consciente (Ficha Etnográfica 3, Fundaunamor,
2025, p. 9). Estas práticas promoveram resiliência, autogestão, coerência ética e cultura de confiança.
A ressignificação da teoria e práxis gerencial técnica consolidou uma liderança consciente, autónoma
e orientada para o propósito coletivo (Cascio, 2020; Pereira, 2016; Romero y Piña, 2024; Wilber, 1990).
Discussão
Análise, discussão e contrastação dos resultados: ressignificação da teoria e práxis
gerencial em ambientes BANI
Gestão Educativa Consciente: Ética, atenção plena e inovação. As três gestões evidenciaram
a ressignificação da teoria e práxis gerencial centrada na ética e na atenção plena, respondendo à
fragilidade e complexidade do ambiente BANI. O coordenador alinhou objetivos com valores institu-
cionais, a docente promoveu decisões humanizadas e o auxiliar docente aplicou atenção plena nos
processos técnicos. Estes achados refletiram a ressignificação da práxis gerencial, substituindo modelos
reativos por uma consciência reflexiva (Cascio, 2020; Hernández et al., 2014; Denzin & Lincoln, 2017).
Desenvolvimento Humano Organizacional: bem-estar e comunicação assertiva. A gestão
na Fundaunamor refletiu capacidade de resposta face à pressão, resiliência mediante cooperação e
aplicação de inovação metodológica ante a complexidade e incerteza. Isto evidenciou que a ressig-
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práxis gerencial em ambientes BANI
nificação da teoria e práxis gerencial permitiu transformar a incerteza em oportunidade, consolidando
uma liderança adaptativa e emocionalmente inteligente (Cascio, 2020; Cobo, 2023).
Ambientes BANI: resiliência e adaptabilidade. O coordenador integrou práticas contemplativas,
a docente harmonizou ser, sentir e fazer, e o auxiliar docente aplicou consciência transpessoal em
decisões éticas. Esta integração configurou a ressignificação da teoria e práxis gerencial em direção
a uma liderança transpessoal, fortalecendo a coerência interior e a autogestão face aos ambientes
BANI (Cascio, 2020; Wilber, 1990; Torralba, 2010; Romero y Piña, 2024).
Administração educativa transpessoal consciente (AETC): propósito, autogestão e conexão
interior. O coordenador integrou práticas contemplativas, a docente harmonizou ser, sentir e fazer,
e o auxiliar docente aplicou consciência transpessoal em decisões éticas. Esta integração configurou
a ressignificação da teoria e práxis gerencial em direção a uma liderança transpessoal, fortalecendo
a coerência interior e a autogestão face aos ambientes BANI (Cascio, 2020; Wilber, 1990; Torralba,
2010; Romero y Piña, 2024).
Neurointeligência transpessoal: autorregulação emocional e liderança empática. As gestões
aplicaram respiração consciente, mindfulness e gestão emocional para manter equilíbrio face à an-
siedade e à não linearidade. Este achado confirmou que a ressignificação da teoria e práxis gerencial
integra a neurociência e consciência ética, fortalecendo a empatia e a tomada de decisões estratégicas
(Cascio, 2020; Goleman, 2020; Pascual, 2001; Siegel, 2020).
Comportamento organizacional: relações horizontais e coesão. Evidenciou-se que as relações
horizontais e a comunicação empática mitigaram a incompreensibilidade e fragilidade do ambiente
BANI. A ressignificação da teoria e práxis gerencial em direção a uma liderança colaborativa e distri-
buída, fortalecendo a confiança grupal e a cooperação institucional (Cascio, 2020; Mintzberg, 2017;
Robbins & Judge, 2018; Salas, Rico, & Passmore, 2017).
Aprendizagem organizacional: comunidades de prática e aprendizagem contínua. As três
gestões promoveram Comunidades de Prática e espaços de coaprendizagem que sustentaram a re-
siliência institucional ante a não linearidade e complexidade. A ressignificação da teoria e práxis ge-
rencial como um processo de aprendizagem consciente e colaborativo, alinhando a gestão educativa
com a inovação e adaptação ao ambiente BANI (Cascio, 2020; Senge, 2006; Nonaka & Takeuchi, 2019;
Argyris, 1999).
Caixa de ferramentas para a gestão educativa: inovação e competências conscientes. O
uso de metodologias ativas, matrizes éticas e protocolos de autoconhecimento permitiu enfrentar a
volatilidade e ansiedade BANI com criatividade ética. Isto refletiu a ressignificação da teoria e práxis
gerencial, incorporando inovação, enfoque transpessoal e melhoria contínua (Cascio, 2020; Drucker,
2014; Porter, 2008; Romero, 2022).
Método Stella da liberdade organizacional: liderança ética e ação consciente. Finalmente, a
integração de Silêncio Interior, Transcendência, Elevação Vibracional, Liberação, Luz da Alma e Ação
Consciente permitiu gerir a fragilidade, complexidade e incerteza BANI. A ressignificação da teoria e
práxis gerencial consolidando uma liderança ética, autónoma e orientada ao propósito, harmonizando
o individual e o institucional (Cascio, 2020; Pereira, 2016; Wilber, 2005; Romero y Piña, 2024).
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Em consequência, a partir da sistematização etnográfica nos três níveis da Fundaunamor, desenvol-
veu-se a Teoria Substantiva da Administração Educativa Transpessoal Consciente (AETC), evidenciando
que os líderes integraram propósito, autogestão, conexão interior, neurointeligência transpessoal e
liderança ética e empática. Da mesma forma, estas práticas, juntamente com atenção plena, coo-
peração horizontal, aprendizagem organizacional e o Método Stella da Liberdade Organizacional,
transformaram a gestão em direção a um modelo consciente, humanizado e adaptativo face à fra-
gilidade, ansiedade, não linearidade e incompreensibilidade dos ambientes BANI (Fichas Etnográficas
1, 2 e 3, 2025; Cascio, 2020; Wilber, 1990; Romero, 2022; Romero y Piña, 2024; Goleman, 2020; Senge,
2006).
Conclusões
Em síntese, a aplicação da Administração Educativa Transpessoal Consciente (AETC) permitiu a res-
significação da teoria e da práxis gerencial na Fundaunamor, promovendo liderança ética, atenção
plena e resiliência em ambientes BANI. Esta transformação sustentou-se em estratégias orientadas
para o desenvolvimento humano integral, a comunicação empática e a colaboração institucional. Da
mesma forma, a integração do Método Stella da Liberdade Organizacional fortaleceu a coerência
ética, a autogestão e a adaptabilidade consciente. Em conjunto, os achados evidenciam uma gestão
mais humana, consciente e sustentável, cujas contribuições resultam transferíveis para outros con-
textos organizacionais e constituem uma base para futuras investigações em cenários complexos e
mutáveis.
Privacidade: Não se aplica.
Financiamento: Este trabalho não recebeu nenhum tipo de financiamento.
Declaração sobre o uso de inteligência artificial: A autora do presente artigo declara que
não utilizou Inteligência Artificial em sua elaboração.
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Data de receção do artigo: 1 de outubro de 2025.
Data de aceitação do artigo: 29 de outubro de 2025.
Data de aprovação para maquetização: 5 de novembro de 2025.
Data de publicação: 10 de janeiro de 2026.
Notas sobre a autora
* Beisy Lisbeth Romero Luzardo é Doutora em Ciências Gerenciais pela Universidade Latino-americana e do Caribe. PhD.
em Ressignificação da Teoria e Práxis Gerencial pela Universidade Yacambú. Coach Ontológico Organizacional pelo
Instituto de Coaching Internacional. Coordenadora da Chefia de Administração da Fundação Internacional Universidade
do Amor. E-mail: beisyr1310@gmail.com
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